À medida que as sociedades modernas se vão desenvolvendo, o
fenómeno do “desporto” vai adquirindo maiores proporções. Mas também são as
sociedades mais avançadas as que maior ênfase, colocam na consciencialização
social para proteger o seu investimento.
A natureza, é mais uma atracão para se praticar desporto, e
existe mesmo, uma relação simbiótica entre ambos, o que pode trazer vantagens e
desvantagens para a própria natureza:
Com isto deve-se ter em conta também o planeamento
urbanístico das cidades, devido aos problemas inerentes que impedem um bom
desenvolvimento das instalações desportivas, como a ausência de espaço, por
exemplo. Assim sendo, pode-se começar a pensar em ecologia desportiva, que se
poderá ocupar da boa implementação de instalações desportivas, de jogos e de
recreio, no ecossistema local.
Do ponto de vista ambiental, são conhecidas duas formas de
classificar os desportos praticados, dividindo-os em dois grupos distintos:
Desportos que necessitam de instalações desportivas específicas
Desportos que não necessitam de instalações específicas
Se bem, que os primeiros podem causar um grande impacto no
ambiente, devido sobretudo às instalações de que necessitam, os segundos podem
produzir circunstancialmente danos na natureza muito importantes, como
atividades de caça, pesca, ou até mesmo as bicicletas de montanha, cujos
praticantes deveriam ser os mais interessados em manter o meio ambiente
protegido, mas apesar disto nem sempre atuam em beneficio destes interesses.
Por outro lado, muitos dos desportos, que não precisam de instalações específicas,
precisam de instalações especiais, como os desportos náuticos, que precisam de
portos, alguns desportos aéreos, que precisam de aeródromos relativamente
perto, o que pode provocar desequilíbrios ambientais.
As consequências mais importantes podem-se diferenciar-se em
impactos diretos ou indiretos derivados da prática desportiva:
As principais causas destes impactos resultam basicamente do
seguinte:
•Ausência de educação ambiental;
•Falta de regulamentos sobre espaços naturais;
•Confusão sobre as competências e administração dos espaços
naturais;
•Explosão no tempo e no número de pessoas que usam os
espaços naturais;
•Escassos recursos (materiais e humanos) dedicados à
conservação e controlo dos impactos no meio.“Tanto ou mais que as pessoas, os lugares vivem e morrem. Com uma diferença: mesmo se já mortos, os lugares retêm a vida que os animou. No silêncio, sentimos-lhes os ouvidos vigilantes ou o rumor infatigável dos ecos ensurdecidos.”
- Fernando Namora
Compete a todos ajudar a preservar o meio ambiente em que vivemos, e está na educação a chave para esta vitória. A educação é um processo social, é desenvolvimento, Não é a preparação para a vida é a própria vida.
fonte: http://naturlink.pt/article.aspx?menuid=6&cid=92232&bl=1&viewall=true
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