sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Desporto e poluição ambiental


À medida que as sociedades modernas se vão desenvolvendo, o fenómeno do “desporto” vai adquirindo maiores proporções. Mas também são as sociedades mais avançadas as que maior ênfase, colocam na consciencialização social para proteger o seu investimento.


A natureza, é mais uma atracão para se praticar desporto, e existe mesmo, uma relação simbiótica entre ambos, o que pode trazer vantagens e desvantagens para a própria natureza:


Com isto deve-se ter em conta também o planeamento urbanístico das cidades, devido aos problemas inerentes que impedem um bom desenvolvimento das instalações desportivas, como a ausência de espaço, por exemplo. Assim sendo, pode-se começar a pensar em ecologia desportiva, que se poderá ocupar da boa implementação de instalações desportivas, de jogos e de recreio, no ecossistema local.



Do ponto de vista ambiental, são conhecidas duas formas de classificar os desportos praticados, dividindo-os em dois grupos distintos:

Desportos que necessitam de instalações desportivas específicas



Desportos que não necessitam de instalações específicas






Se bem, que os primeiros podem causar um grande impacto no ambiente, devido sobretudo às instalações de que necessitam, os segundos podem produzir circunstancialmente danos na natureza muito importantes, como atividades de caça, pesca, ou até mesmo as bicicletas de montanha, cujos praticantes deveriam ser os mais interessados em manter o meio ambiente protegido, mas apesar disto nem sempre atuam em beneficio destes interesses. Por outro lado, muitos dos desportos, que não precisam de instalações específicas, precisam de instalações especiais, como os desportos náuticos, que precisam de portos, alguns desportos aéreos, que precisam de aeródromos relativamente perto, o que pode provocar desequilíbrios ambientais.


As consequências mais importantes podem-se diferenciar-se em impactos diretos ou indiretos derivados da prática desportiva:







As principais causas destes impactos resultam basicamente do seguinte:

•Ausência de educação ambiental;
•Falta de regulamentos sobre espaços naturais;

•Confusão sobre as competências e administração dos espaços naturais;
•Explosão no tempo e no número de pessoas que usam os espaços naturais;
•Escassos recursos (materiais e humanos) dedicados à conservação e controlo dos impactos no meio.



“Tanto ou mais que as pessoas, os lugares vivem e morrem. Com uma diferença: mesmo se já mortos, os lugares retêm a vida que os animou. No silêncio, sentimos-lhes os ouvidos vigilantes ou o rumor infatigável dos ecos ensurdecidos.” 
                                                        - Fernando Namora




Compete a todos ajudar a preservar o meio ambiente em que vivemos, e está na educação a chave para esta vitória. A educação é um processo social, é desenvolvimento, Não é a preparação para a vida é a própria vida.


fonte: http://naturlink.pt/article.aspx?menuid=6&cid=92232&bl=1&viewall=true












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